Estamos nos preparativos finais para mais uma viagem para a Patagônia, a "Corazón Patagónico". Márcia e eu teremos como companheiros de viagem dois grande amigos de longa data, Adriano e Vera. Estamos ansiosos para partir logo e encarar os 9000 quilômetros de estrada que nos aguardam. Na medida do possível tentarei postar alguma informação e fotos no blog, direto da região austral. Deixo minhas saudações aos amigos e amigas que acompanham o blog!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Nova expedição para a Patagônia
Estamos nos preparativos finais para mais uma viagem para a Patagônia, a "Corazón Patagónico". Márcia e eu teremos como companheiros de viagem dois grande amigos de longa data, Adriano e Vera. Estamos ansiosos para partir logo e encarar os 9000 quilômetros de estrada que nos aguardam. Na medida do possível tentarei postar alguma informação e fotos no blog, direto da região austral. Deixo minhas saudações aos amigos e amigas que acompanham o blog!
sábado, 4 de abril de 2009
Patagón I – Visitando uma pinguineira IV
Foi simplesmente uma experiência maravilhosa caminhar e observar de muito próximo esses pequenos “senhores de fraque e cartola”, com seu jeito desengonçado de caminhar. A pinguineira é vasta e os animais e seus ninhos estão espalhados numa área muito ampla, mas existe um local que concentra um grande número deles. Uma passarela de madeira, construída para a passagem dos visitantes, mas que terminou por servir de abrigo e sombra para muitos pinguins que ali resolvem descansar tranqüilamente! Assim, é possível apreciar esses animais a curta distância por quanto tempo desejar. Terminamos a visita felizes com a experiência!
Então voltamos para os carros e embarcamos para continuar o passeio até o Cabo dos Bahias, uma área protegida que oferece belíssimos visuais da costa e do Oceano Atlântico. Andamos um tempo pelos rochedos, tiramos fotos e aproveitamos para apreciar a vista.
sábado, 28 de março de 2009
Patagón I – Visitando uma pinguineira III
Patagón I – Visitando uma pinguineira II
Ainda no dia 10 de março de 2006, sexta-feira. Após percorrermos um longo e belo trecho desértico pela Meseta de Montemayor, deixamos a RN 3 para tomarmos a Ruta Provincial 30 até Camarones. Embora a ruta fosse asfaltada, carecia de uma boa manutenção, pois havia buracos e muito mato crescendo na pista. Nesse trecho de 72 quilômetros até Camarones observamos diversas lebres, ou pelo menos creio que eram lebres, todas atropeladas na rodovia. Maras (Dolichotis patagonum), as lebres patagônicas, não eram com certeza, pois se fossem, eu teria parado o carro para olhar com mais atenção!
Mas bem, chegando em Camarones, um pequeno vilarejo pesqueiro de aproximadamente 1.000 habitantes, procuramos o escritório de turismo para conversar um pouco com o pessoal local. E aqui eu faço um comentário: ainda hoje eu fico impressionado com a organização do turismo na Argentina, pois em qualquer localidade, por menor que seja, é possível receber uma informação turística decente. Pois bem, em Camarones não foi diferente. Um pessoal muito educado e gentil, que atenciosamente nos informou sobre todas as atrações da região. No escritório também recebemos uma sugestão para visitarmos, além da pinguineira, a Área Protegida Cabo dos Bahias. Parabéns; nota 10!
Seguimos então por uma estrada vicinal de rípio para chegarmos na pinguineira, que fica apenas a alguns quilômetros da cidade. É um caminho que percorre um trecho do litoral, que é muito lindo por sinal, com mar azul, praias rochosas e enseadas maravilhosas.
sábado, 21 de março de 2009
Patagón I – Visitando uma pinguineira I
sábado, 14 de março de 2009
Patagón I – concluindo a visita na Península Valdés
Essas colônias de “lobos marinos” começam a ser definidas no mês de dezembro, quando os poderosos machos chegam nas praias e começam a disputar as fêmeas para formar os seus haréns. Procuram arrebanhar o maior número possível de fêmeas, entre cinco e quinze delas, e estabelecer um trecho de praia bem definido como os seus domínios. As fêmeas que vão chegando na praia ainda estão prenhas e o macho vai aguardar o parto para só então copular com elas. Elas parem uma só cria e isso acontece entre o meio e o final de janeiro. Ao nascer as fêmeas lambem e cheiram o filhote, criando um vínculo forte que no futuro ajudará a reconhecer a cria dentre centenas de outros filhotes. Uma semana após o parto as fêmeas entram novamente no cio e, depois de serem fecundadas, regressam ao mar por um par de dias para alimentarem-se. Ao regressar do mar, reconhecem sua cria pelo olfato, uma vez que os filhotes permanecem em grupos apertados de muitos indivíduos. Os filhotes vão se alimentar de um leite gorduroso por oito a doze meses até o desmame. E as mães vão alternar ingressos no mar para alimentarem-se por dois a três dias de cada vez, regressando para permanecer uns dois dias com a sua cria na colônia. Assim é a vida nas colônias desses animais.
domingo, 8 de março de 2009
Patagón I - visitando a Península Valdés IV
Ao chegarmos na Punta Norte percebemos que ali seria o “point” do dia. Próximo da casa dos guardaparques havia um estacionamento que estava recheado de automóveis e havia várias pessoas circulando. Logo que descemos do carro um tatuzinho muito confiado fazia a alegria dos turistas no estacionamento, correndo atrás de uma moça que carregava um pacote de pãezinhos. Saímos caminhando na direção dos senderos e observatórios junto à praia e havia muitos turistas curiosos por lá. Vários fotógrafos e cinegrafistas, amadores e profissionais, portavam possantes máquinas dotadas de lentes zoom. E logo em seguida avistamos a grande colônia de reprodução de “lobos marinos” (Otaria flavescens) e elefantes marinhos (Mirounga leonina).







