Mostrando postagens com marcador Planejamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Planejamento. Mostrar todas as postagens

sábado, 9 de abril de 2011

Novos blogs e links no Viajando na Patagônia e América do Sul



Desde que comecei a utilizar o Twitter (@Evandro_Colares) tenho encontrado vários blogueiros e twitteiros que curtem o Viajando na Patagônia e América do Sul, assim como eu também tenho apreciado os seus TTs e posts na internet. É uma troca bem bacana que conseguimos fazer, pois são tantos assuntos, experiências e conversas interessantes sobre turismo que enriquecem em muito o nosso conhecimento. Assim, fiz uma atualização dos blogs e links de sites que acompanho mais recentemente. São eles, de nomes muito criativos e conteúdo de qualidade, listados aqui: Roteiro sem dinheiro, Dicas de Viajante, Sair do Brasil, Eu vou de Mochila, Blogostoso, Pra ver no Mundo, Viagem pelo Mundo, Quatro Cantos do Mundo, Canal Londres, Gastronomia e Fotografia, Falando de Viagem, Se Pluga no Mundo, Por minhas Lentes e We Rock Tour. E tem toda uma galera que já acompanhamos faz tempo. Tudo nos links aqui na esquerda do blog. Valeu!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Dicas sobre as rutas argentinas e chilenas.

Andei revisando alguns links disponibilizados aqui no blog para ver se estavam OK. Se você quer fazer uma viagem de carro pela Argentina ou Chile é possível acessar as informações sobre o estado das "rutas", "pasos fronterizos" e obter mapas. É uma informação muito importante, especialmente se a viagem for de aventura por regiões distantes e despovoadas! Isso eu posso afirmar com segurança!

Vialidad Nacional - Argentina. Procure a guia "Mapas e Rutas" e a caixa de seleção "Estado de Rutas".

Ministerio de Obras Publicas - Chile. Procure em "Servicios MOP - Información Vial, Carreteras y pasos fronterizos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Roteiros de aventura no Atacama, Aconcagua e Huaraz - Portal Extremos

O Portal Extremos disponibiliza em seu site roteiros de aventura em várias regiões do mundo. Aqui na América do Sul já foram publicados os guias do Atacama, Aconcágua e Huaraz. Novos roteiros estão programados. Acesse e faça o download para conferir as dicas e, quem sabe, programar a sua próxima aventura. O material é de ótima qualidade!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Viagens de avião - cancelamentos e atrasos - II

Outro dia eu escrevi a respeito de cancelamentos e atrasos em viagens de avião. Na verdade fiz uma tradução/adaptação de um artigo publicado no site do Frommers. Uma das dicas daquele post falava sobre conhecer os seu direitos. Então eu havia prometido registrar algumas informações sobre atrasos e cancelamentos de voo e quais os seus direitos aqui no Brasil. A base dessas informações é o material disponibilizado pela Agência Nacional de Aviação Civil - Anac. Você pode acessar o site no link disponibilizado e baixar os folders explicativos completos. Segue um resumo sobre algumas dessas informações.

Nos casos de atraso e cancelamento de voo e preterição de embarque (embarque não realizado por motivo de segurança operacional, troca de aeronave, overbooking, etc), o passageiro que comparecer para embarque tem direito à assistência material, que envolve comunicação, alimentação e acomodação. Essas medidas têm como objetivo minimizar o desconforto dos passageiros enquanto aguardam seu voo, atendendo às suas necessidades imediatas.

A assistência é oferecida gradualmente, pela empresa aérea, de acordo com o tempo de espera, contado a partir do momento em que houve o atraso, cancelamento ou preterição de embarque, conforme demonstrado a seguir:
A partir de 1 hora: comunicação (internet, telefonemas, etc).
A partir de 2 horas: alimentação (voucher, lanche, bebidas, etc).
A partir de 4 horas: acomodação ou hospedagem (se for o caso) e transporte do aeroporto ao local de acomodação. Se você estiver no local de seu domicílio, a empresa poderá oferecer apenas o transporte para sua residência e desta para o aeroporto.

Se o atraso for superior a 4 horas (ou a empresa já tenha a estimativa de que o voo atrasará esse tempo),ou houver cancelamento de voo ou preterição de embarque, a empresa aérea deverá oferecer ao passageiro, além da assistência material, opções de reacomodação ou reembolso. A assistência material deverá ser oferecida também aos passageiros que já estiverem a bordo da aeronave, em solo, no que for cabível. A empresa poderá suspender a prestação da assistência material para proceder ao embarque imediato.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Viagens de avião - cancelamentos e atrasos - I

Buenas, este é o primeiro post oficial de 2011. Feliz 2011 para quem nos acompanha!

Faz tempo que eu não escrevo algo a respeito do planejamento de viagens. Andei lendo uma matéria interessante no site do Frommer's e apresento aqui um resumo dos tópicos que são importantes para considerar em casos de interrupção das viagens por questões ligadas aos fenômenos meteorológicos e desastres naturais. Você já pensou no caso daquelas pessoas que passaram o Natal presas nos aeroportos em virtude das fortes nevascas que atingiram os Estados Unidos e a Europa? Ou naqueles dias da erupção do vulcão da Islândia? Seguem as dicas, em especial para os "brazucas" que estão cada vez mais utilizando os aeroportos de todo o mundo! Obviamente que estou interessado em viajar de avião ... na América do Sul,    é claro!

1. Ter um seguro
A maioria das apólices de seguro de viagem cobrem atos de Deus como furacões, inundações e nuvens de cinzas! Procure por uma apólice com cláusula de "atraso de viagem" se você estiver mais preocupado em ficar preso no meio da viagem. É melhor do que ter que cancelar a viagem por completo. As companhias de seguros não devolvem apenas o seu dinheiro. As linhas de assistência gratuita podem remarcar seus vôos e encontrar hotéis quando você estiver no prejuízo.

2. Cancelar ou Remarcar
Se você ainda não embarcou no entanto, a maioria das companhias aéreas vão permitir que você remarque ou atrase a viagem. Mas as políticas e os prazos variam de companhia para companhia, e elas não são consistentes.

3. Manter um dinheiro disponível
É uma boa idéia ter no bolso o valor de pelo menos três dias de recursos financeiros para qualquer eventualidade. Verifique se o seu cartão Multibanco funciona em seu destino e passe algum dinheiro adicional para a sua conta corrente antes da viagem para que não seja apanhado de surpresa.

4. Conhecer os seus direitos
A União Européia (UE) e o Canadá têm leis que podem ajudar os viajantes encalhados. Os EUA, notavelmente, não. (Nota do blog: veremos em outro post como funciona no Brasil)
A UE tem a maior proteção para os passageiros. As proteções da UE se aplicam se você estiver voando de um aeroporto da UE, ou se você está voando para a UE com uma companhia de bandeira da UE. Se um vôo foi cancelado ou sujeito a um "atraso" (que é de 2-4 horas, dependendo do destino), os passageiros podem manter contato com duas pessoas de fora do aeroporto e obter refrescos e quartos de hotel às custas da companhia aérea. Entretanto não existe limite de tempo para colocá-lo no ar!
No Canadá, se seu vôo atrasar mais de quatro horas, as companhias aéreas devem dar aos passageiros um vale refeição. Se ela está atrasada mais de oito horas e durante a noite, a companhia aérea deverá pagar por um hotel, mas só se você estiver no meio de uma viagem.
Mas, além desses países, basicamente você está à mercê de sua companhia aérea. Muitos países subscrevem a Convenção Internacional de Montreal, que prevê até 6.176 dólares em compensação por atrasos nas viagens. Mas o tratado diz que os transportadores "não devem ser responsabilizados", se "tomaram todas as medidas que poderiam razoavelmente ser exigidas para evitar o dano ou que era impossível para ele ou eles tomarem tais medidas." As circunstâncias extremas, como as erupções de vulcões, geralmente se encaixam na categoria de "impossível". E se você quiser obter compensação, poderá ter que processar a companhia aérea. Você pode encontrar compromissos do prestador de serviço em seu Contrato de Transporte, que a companhia aérea deve oferecer a seu pedido.

5. Mover-se rápido ou ficar
Modos alternativos de viagem enchem muito rapidamente quando há uma catástrofe de grandes proporções. Se você pode encontrar uma rota alternativa rápida, é possível ficar de fora da zona de problemas, mas o seu improviso de trem ou viagem de ônibus não poderá ser reembolsado pela sua operadora. A menos que esteja em perigo físico imediato, permanecer onde está até os vôos regularizarem é quase sempre mais barato do que tentar encontrar seu próprio caminho para resolver o problema.

6. Ou apenas ser flexível
Isso se você está disposto a mudar seus planos e não está com demasiada pressa ...

Traduzido e adaptado de:
When Weather Interrupts Your Trip: 6 Things to Do.
Sascha Segan - www.frommers.com


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Estado das rutas - Argentina

Mais um site útil para o planejamento de viagens e expedições. Informações sobre o estado das "rutas" argentinas, "pasos internacionales" e mapas você pode consultar no site da Dirección Nacional de Vialidad. O link também fica registrado na lista do blog.


domingo, 8 de agosto de 2010

Novas regras para quem viaja ao Exterior - II

O leitor Flávio postou um comentário importante a respeito das novas regras de viagem ao exterior. Reproduzo a mensagem deixada por ele:

"As novas regras da Receita foram inicialmente mal interpretadas. NÃO É VERDADE que celulares e câmeras fotográficas deixarão de pagar imposto; isso só vale se for comprovado uso profissional do aparelho. Explicações mais detalhadas foram dadas pelo coordenador-geral de Administração Aduaneira, José Tostes Neto, no Estadão: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100802/not_imp589220,0.php. 


Valeu, Flávio!  Abraço!

sábado, 7 de agosto de 2010

Novas regras para quem viaja ao Exterior - Recortes de Viagem

Estou postando informações importantes que apanhei no blog da Jornalista Rosane Tremea - Recortes de Viagem. Tratam das novas regras de viagem ao exterior. Estão muito bem explicadas, de forma simples e objetiva. Assim fica fácil de compreender!

Novas regras para quem viaja ao Exterior


2 de agosto de 2010
Categorias: Dicas úteis, Geral

Zero Hora desta segunda-feira tem informações interessantes para quem viaja ao Exterior e compra telefone celular, câmera fotográfica e relógio de pulso.

Confira abaixo a íntegra da reportagem:

Quem deixou para viajar para o Exterior depois das férias de julho e quer aproveitar para fazer compras vai ter vantagem. Nos próximos dias, telefone celular, câmera fotográfica e relógio de pulso comprados no Exterior não precisarão mais ser declarados nem pagar imposto, pois passarão a integrar cota de uso pessoal, isenta.

Para entrar em vigor, a regra precisa da publicação de uma portaria do Ministério da Fazenda e da expedição de uma instrução normativa da Receita Federal. Embora tenha sido divulgado que a portaria da Fazenda deve ser publicada no Diário Oficial da União de hoje, a aplicação ainda depende do segundo passo, que não tem previsão, conforme o superintendente da Receita Federal no Estado, Paulo Renato Silva da Paz. Até que isso não ocorra, nada muda.

Mais restrita do que a de muitos países vizinhos, a limitação para entrada de produtos estrangeiros na modalidade será suavizada. Antes de embarcar para o Exterior, o viajante não precisará mais fazer a Declaração de Saída Temporária de produtos estrangeiros que está levando. Hoje essa medida é considerada pela Receita como excesso de burocracia, apesar de já ter passado por revisões.

O órgão deve colocar em seu site um “perguntão da bagagem”, parecido com o “perguntão do Imposto de Renda”, que define o que é considerado bem de uso pessoal e a quantidade permitida. A nova regra também definirá limites que até agora dependiam do fiscal da alfândega.

Notebooks e filmadoras ficaram fora da lista de bens de uso pessoal. Devem ser declarados e entram na cota já existente, limitada a US$ 500 para quem usou transporte aéreo ou marítimo e a US$ 300 para quem utilizou transporte via terrestre, fluvial ou lacustre.

Para ler antes do freeshop

O QUE DEVE MUDAR

- Não será preciso declarar celular, câmera fotográfica e relógio de pulso à Receita – e portanto pagar imposto de importação – quando trazidos do Exterior para o Brasil.

- Também serão isentos acessórios, adornos, produtos de higiene e beleza, carrinhos de bebê e equipamentos como cadeiras de rodas, muletas e andadores.

- Entrarão em vigor limites específicos para itens restritos. Antes, como não havia regra, a liberação dos produtos dependia do fiscal. Agora, deve funcionar assim:

- 12 garrafas de bebida alcoólica

- 10 maços de cigarros com 20 unidades cada

- 25 charutos ou cigarrilhas

- 250 gramas de fumo

- Deve ser eliminada a declaração de saída temporária de eletrônicos.

Compras de eletrônicos no Exterior para uso profissional, desde que comprovado, não precisam ser declaradas. Mas é preciso apresentar nota fiscal.

O QUE NÃO MUDA

Para tudo o que não for isento – a partir da vigência dos novos itens – valem os limites anteriores:

US$ 500 (ou equivalente em outra moeda) para ingresso no país por via aérea ou marítima

US$ 300 (ou equivalente em outra moeda) para via terrestre ou fluvial

US$ 500 extras nos freeshops de entrada em portos e aeroportos, a ser usado depois do desembarque no Brasil e antes da fiscalização

Se você tem duas viagens ao Exterior em um mês, compre na primeira. A isenção só é concedida uma vez a cada trinta dias, mesmo sem uso do limite.

O QUE É CONTROLADO

Além do limite extra nos freeshops de entrada de US$ 500, também há limites quantitativos para alguns produtos nessas lojas:

- 24 unidades de bebidas alcoólicas, e 12 unidades por tipo de bebida

- 20 maços de cigarros de fabricação estrangeira

- 25 unidades de charutos ou cigarrilhas

- 250g de fumo preparado para cachimbo

- 3 unidades de relógios, máquinas, aparelhos, equipamentos, brinquedos, jogos ou instrumentos elétricos ou eletrônicos

Produtos comprados em freeshops na partida do Brasil, no Exterior, ou adquiridos em lojas, catálogos e exposições dentro de ônibus, aviões ou navios entram no primeiro limite de US$ 500, ou seja, não são beneficiadas com a isenção de US$ 500 extras concedida apenas nas compras nas lojas do Brasil, no momento da chegada do viajante.

Menores de 18 anos, mesmo acompanhados, não podem adquirir bebidas alcoólicas e artigos de tabacaria.

LEMBRANCINHAS

Para evitar estresse na alfândega, melhor ser criativo ao comprar lembrancinhas de viagem para amigos e familiares. Essas compras também têm limite. Podem ser trazidas até 20 unidades de pequenos presentes e suvenires que custem menos de US$ 10 cada, mas é preciso que não haja mais de 10 idênticas.

sábado, 24 de julho de 2010

Situação das Rutas - Chile

Aos poucos vamos retornando ao blog!

Na linha dos posts contendo informações úteis para o planejamento de viagens de automóvel, apresento o link do Ministério de Obras Públicas - Gobierno de Chile. Neste site é possível obter informações atualizadas, como por exemplo, os mapas das carreteras, valores dos pedágios, situação dos pasos fronterizos, emergências viárias etc. O link também fica registrado na barra lateral do blog.

Já começamos a sinalizar os passos da próxima jornada!!




segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Uma dica de guia de viagens - Colômbia


Reproduzo abaixo uma dica de guia de viagem da Colômbia, publicada na coluna Recortes de Viagem, caderno Viagem, ZH do dia 15/12/2009.
Considerado um destino turístico de risco por longos anos, em função da guerrilha e do narcotráfico, a Colômbia vem procurando apresentar uma nova imagem de segurança para o mundo, buscando atrair novos visitantes. Aqui no Brasil, recentemente, assisti várias propagandas que convidavam para o turismo no país! Sem dúvida, trata-se de uma nação de grande beleza natural e de povo amistoso. Desejo que as condições para o turismo realmente evoluam na Colômbia, pois ela está aqui, tão ao alcance dos brasileiros, podendo constituir novas alternativas de viagens pela América do Sul!


sábado, 14 de fevereiro de 2009

Navegação eletrônica - uma dica do blog Turismo e Aventura

Reproduzo esta dica do blog Turismo e Aventura, do Márcio Port. Trata-se uma dica sobre navegação eletrônica utilizando mapas roteáveis. Já escrevi um post com algumas dicas de mapas eletrônicos, porém, são programas mais amigáveis. Neste caso é necessário ter um conhecimento maior sobre mapas, principalmente sobre o uso do GPS. Aí vai o post.

Para quem costuma viajar ou está organizando sua viagem para Argentina, Uruguai e Chile e indico o download dos mapas do Projeto Mapear.

Baixei hoje (07/06/2008) o arquivo de 70MB que está totalmente roteável (auto-roteamento) e que contém no detalhe as estradas e cidades destes 3 países. Os mapas são compatíveis com o software MapSource da Garmin específico para instalação em GPS.

Para quem estiver procurando mapas especificamente da Argentina existe o http://www.gps.com.ar/.



quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Mais mapas na internet


Eu já havia escrito um post a respeito de mapas anteriormente. Mas este é um assunto que sempre me interessa e surgem dicas que podemos deixar para os viajantes. Para planejar uma viagem no Brasil uma sugestão interessante é utilizar o Guia 4 Rodas. Com o mesmo estilo, para o caso de viagens para a Argentina, temos o Guia YPF, que eu utilizei bastante nas minhas viagens. Para o caso do Chile eu ainda não encontrei um bom guia de rutas, no estilo dos anteriores, porém, "La Dirección Nacional de Vialidad" fornece informações sobre as distâncias entre as cidades e é possível baixar mapas rodoviários (cartas camineras) em arquivos pdf, contendo todas as regiões do Chile, com última atualização em 2007.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Seguros de Viagem

Uma das providências importantes para uma viagem tranqüila são os seguros de vida e de saúde. Nas oportunidades em que viajamos ao exterior sempre priorizamos este detalhe no planejamento. Para as viagens à Patagônia não foi diferente. Conheço alguns amigos que, ou por desconhecimento, ou até mesmo negligência, não fazem seguros. Alguns pensam que sai muito caro!!! Considero esse entendimento uma temeridade, pois qualquer necessidade médica no exterior poderá ter custos altíssimos se comparado com os preços de um seguro saúde.

Outro detalhe que pode ser até mórbido para certas pessoas, mas que para mim não tem esse significado, são os casos de doenças graves e morte. Diz um sábio provérbio budista que nunca sabemos o que esperar, se o próximo dia ou a próxima vida! Ora, se o sujeito está no exterior e adoece gravemente ou morre, sem o amparo de um seguro, vai deixar um bando de familiares enlouquecidos e desesperados sem ter como acompanhar o doente ou repatriar o corpo!!! Ou vai fazer com que a família fique sofrendo ainda mais, pedindo “penico” ou implorando pela caridade de algum governante assistencialista. Tenha a santa paciência!!! Mais um detalhe, praticantes de esportes radicais devem fazer seguros especiais, pois os seguros comuns não possuem a cobertura para estas atividades esportivas.

Bom, e se o sujeito não tem grana, mesmo?! Bem, para questões de saúde é possível resolver com o atendimento médico prestado nas redes públicas, pois existem acordos nesse sentido entre o Brasil, Chile e Argentina. Mas para obter o benefício é importante estar habilitado. Reproduzo aqui algumas orientações divulgadas numa página confiável da Internet.

Acordos garantem assistência médica na rede pública no exterior.


O viajante brasileiro segurado pelo INSS e sua família têm direito a atendimento médico nos sistemas da rede pública de nove países: Argentina, Cabo Verde, Chile, Espanha, Grécia, Itália, Luxemburgo, Portugal, Uruguai. Este direito é garantido por acordos internacionais de Previdência Social, assinados entre o Brasil e os países citados.

O benefício ainda é pouco conhecido dos brasileiros. De acordo com informações do Ministério da Previdência Social, pouco mais de dez mil brasileiros fazem uso do benefício anualmente em países com os quais o Brasil mantém convênio.

Para ter acesso ao atendimento gratuito no exterior, o turista terá que obter, antes do embarque, o Certificado de Direito à Assistência Médica Durante Estadia Temporária, que pode ser obtido na representação do Departamento Nacional de Auditoria do SUS, do Ministério da Saúde, em cada estado. Para saber a localização desses departamentos, basta ligar para os telefones (61) 448-8372, (61) 448-8374 e (61) 448-8376. O interessado deve considerar um prazo variando entre dois ou três dias para a entrega do certificado, dependendo do departamento de cada estado. É necessário apresentar o passaporte e os três últimos comprovantes de contribuição ao INSS (guias de recolhimento da Previdência Social ou carteira de trabalho e os três últimos contra-cheques). Para obter o certificado dos dependentes, apresentar certidão de casamento e de nascimento dos filhos. O certificado é gratuito.

O atendimento médico, seja para estrangeiros no Brasil, ou brasileiro no exterior, será feito por médicos e hospitais da rede pública de saúde. O viajante deverá se dirigir a um dos hospitais da rede pública no país onde estiver, tendo em mãos o certificado emitido no Brasil.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Mapas das “Rutas”


Os mapas são essenciais para se fazer uma boa viagem rodoviária. A não ser que você seja um excepcional conhecedor do trajeto nas estradas. Não é o meu caso; portanto, adoro meus mapas!
Para fazer o esboço da Patagón I, II, III e Inti & Killa (Deserto do Atacama) eu utilizei o Guia Quatro Rodas do Mercosul, pois seu formato permite uma visualização excelente da região, ainda que não apresente um detalhamento maior, em função da escala que se faz necessária para abranger todo o Mercosul. Depois surgiu um refinamento tecnológico com o uso do Guia YPF 2005 – Argentina, que além de apresentar um livro com diversos mapas das regiões do país e das principais cidades, vem com um CD interativo através do qual é possível instalar um programa de computador, “desenhar” e imprimir os trajetos a partir dos pontos de início e término da viagem. Outra ferramenta cartográfica de ótima qualidade é o Guia Quatro Rodas Rodoviário – 2007, com abrangência do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Bolívia. Assim como o Guia YPF, permite traçar roteiros de viagem a partir de pontos de partida e chegada em qualquer dos países citados. Possui algumas falhas de cartografia, detectadas quando eu tentei fazer uns roteiros para o sul do Chile e em alguns outros pontos, entretanto, é um ótimo investimento para o planejamento de viagens. Para o Chile também utilizei um guia de rutas da COPEC, que opera ampla rede de postos de abastecimento de combustível e lojas de conveniência ao longo da várias estradas do Chile, principalmente na Panamericana, onde tivemos maior contato com os serviços dessa rede.
Existem outros guias rodoviários disponíveis no mercado; escolha os seus e faça uma viagem segura!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Os veículos!!!


Bem, fazer toda uma aventura automobilística pela Patagônia e não falar dos veículos que nos conduziram seria uma heresia!!! Eu já havia comentado anteriormente em outro post que eu fazia uma idealização a respeito do veículo nesse tipo de viagem. Sempre pensava que deveria ser o proprietário de um 4x4, que este seria o veículo mais conveniente e adequado (e no fundo, até é, mesmo), que assim teria mais “cara de aventura”, etc etc. Só que isso terminava por bloquear as possibilidades, em função do elevado custo/benefício desse tipo de veículo. Ou seja, faltava grana para ter o veículo ideal.
O que fazer então?! Viajar com o veículo disponível! Essa possibilidade materializou-se na figura do nosso Fiat Palio Adventure 1.8 – gasolina - modelo 2004. A Palio mostrou-se um carro excelente, com sua suspensão reforçada, maior altura do solo do que os veículos de passeio normais, pneus off-road 50% e um excelente motor de 103 cv. Um carro muito confiável, que inclusive nos permitiu encarar com segurança a famosa Ruta 40, no segmento de rípio entre El Calafate e Rio Mayo, trecho tão desejado pelos aventureiros dos confins patagônicos. O nosso parceiro de viagem, o Fernando, utilizou sua Palio Adventure 1.6 16V – modelo 2002, outro excelente veículo, apelidada durante a viagem de “coche gris”. Mais adiante eu explico melhor essa história do “coche gris” e do “coche rojo”!!!
Mas, para finalizar este post, não deixe de viajar para a Patagônia por não possuir um veículo off-road; essa é a minha mensagem!!!

domingo, 2 de novembro de 2008

Sugestão de Check List


Um check list é algo muito pessoal e vai depender dos propósitos da viagem. De qualquer forma eu sempre dou uma olhada nos check lists de outros viajantes e elaboro o meu de acordo com as minhas necessidades. A lista que segue abaixo pode ser útil para quem vai viajar de carro para a Patagônia do final da primavera até o início do outono. Se for o caso de viajar no inverno serão necessários outros cuidados, pois as correntes de pneus serão obrigatórias, além de fluídos especiais do veículo para as baixas temperaturas.


Pessoal:
carteira de identidade, carteira de motorista, permissão internacional p/ dirigir (Chile), cartão de crédito internacional, relógio, óculos solar, canivete, chapéu e gorro (frio), bota de caminhada, tênis, sandália, chinelo, calça jeans, bermuda, roupa de banho, meias, camiseta, blusão, casaco impermeável para chuva (anorak), luva, toalhas de banho e rosto, mochila de ataque (25L), bolsa de viagem (flexível), travesseiro, máquina fotográfica, cartão de memória, DVD/CDs virgens, tripé, bolsa para equipamento fotográfico, pilhas recarregáveis, carregador, notebook, cabo USB, binóculo, telefone celular, carregador de telefone, agulha, linha
Camping:
saco de dormir, lona plástica, panela, prato, talheres, caneco, isqueiro, fogareiro, refil de gás, cantil, bombona de água, cobertor, lanterna, potes plásticos, espetos, grelha, cuia, bomba, garrafa térmica, aquecedor portátil elétrico, abridor de latas, candeeiro, rolo de cordão, pá portátil, corda de varal, prendedores

Veículo:
documentos em nome do motorista, seguro total, seguro carta verde, autorizações consulares (p/ veículo alienado), fones de embaixadas, legislação de trânsito e recomendações da Argentina, 2 estepes, 2 triângulos, extintor de incêndio, caixa de primeiros socorros, cambão ou cabo de reboque 2 – 3 metros, fósforos, caixa de ferramentas, lixa, arame, martelo, fita isolante, extensores, fusíveis, saco de estopa, óleo do motor, galão de combustível reserva, cabo ponte, chaves extras do carro, cadeados, reparador instantâneo de pneus, rádios portáteis, GPS, mapas e guias, canetas, lápis, bloco de notas, silver tape, contact, bússola, música (CDs, mp3), som portátil, planilha e anotações, agenda de telefones importantes (participantes)

Alimentação:
massa instantânea, sopa instantânea, bolachas, chá, café , instantâneo, sal refinado e grosso, açúcar, leite em pó, suco, chocolate em pó, pão de sanduíche, erva-mate, barra cereais, banana passa, atum/sardinha em lata, salame italiano, queijo, frutas

Higiene e limpeza:
papel higiênico, sabonete, pasta de dentes, escova de dentes, cotonetes, barbeador, creme de barbear, fio dental, pente, escova, cortador de unhas, xampu, creme hidratante, desodorante, detergente, esponja, rolo de papel, sacos de lixo, panos de prato, panos de limpeza, esponja

Farmácia:
protetor solar, protetor labial, repelente contra insetos, mat-inset, analgésico, antitérmico, pastilhas para garganta, comprimidos contra diarréia, comprimidos contra enjôo, buscopan, pomada anti- inflamatória, emplastro, micropore, esparadrapo, gaze, atadura, termômetro

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Planejando a viagem


Bem, para mim, planejar é fundamental. É a melhor maneira que eu encontro para otimizar o tempo que estará ao meu dispor durante a viagem. Conheço viajantes que apreciam o improviso e os imprevistos de uma viagem, que se deixam levar pelo que vier ao seu encontro. Nada a opor, trata-se de um estilo pessoal, porém não é o meu, decididamente. Prefiro começar a viajar mentalmente, muito antes da viagem propriamente dita. Adquirir um bom guia de viagem ajuda bastante. O melhor é ter mais de um guia, na medida do possível, pois nenhuma publicação pode ser considerada completa. Abaixo eu coloco uma lista com algumas sugestões de guias que tenho utilizado para viajar na Patagônia:

- Argentina. Danny Aeberhard, Andrew Benson e Lucy Philips (tradução Eliana Rocha) – São Paulo: Publifolha, 2004. Trata-se de uma famosa série denominada Rough Guides. Descrito como um guia “cru” ou “rudimentar”, é uma publicação com linguagem acessível, bem resumido, contendo boas indicações e bem interessante. É leve e pode ser facilmente carregado na mochila ou na mão mesmo.

- Chile. Melissa Graham (tradução Carlos Mendes Rosa) – São Paulo: Publifolha, 2005. Da mesma série Rough Guides. Valem os mesmos comentários do anterior.

- Guia Criativo para o Viajante Independente na América do Sul. Zizo Asnis e colaboradores. Porto Alegre: Trilhos e Montanhas, 2005. Site: www.oviajante.com. É um guia feito por brasileiros, para brasileiros. Os guias disponíveis no mercado, em quase sua totalidade, são provenientes de traduções de guias estrangeiros. Este guia procura, digamos assim, focar no jeito de ser e de gostar dos brasileiros e pensa também nas possibilidades financeiras da nossa gente, geralmente com recursos reduzidos para viajar. Em seu conteúdo estão compreendidas a Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Considero-o uma boa referência, embora não tenha me acertado com suas dicas de hospedagem. O interessante é que o organizador é uma pessoa acessível e sugestões de melhoria serão bem recebidas. A mesma editora dispõe de outros guias de viagens seguindo a mesma linha de publicação.

- Chile & Easter Island. Charlotte Beech e colaboradores. Lonely Planet, 2006. Site: www.lonelyplanet.com. É uma publicação em língua inglesa, cujos autores são viajantes independentes, que produzem suas informações a partir de suas experiências próprias. Considero um guia muito completo, em formato compacto e fácil de carregar. Apresenta muitas dicas interessantes em várias áreas, principalmente para aqueles que curtem a natureza e os esportes radicais. Também tem seu irmão que aborda a Argentina.

Bem, estas são apenas algumas sugestões, pois existem inúmeros guias e incontáveis sites com dicas que auxiliam no planejamento de uma viagem para a Patagônia e América do Sul. Mais adiante eu abordarei outros tipos de referências, tais como mapas de estradas e guias de fauna e flora. Valeu!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...